terça-feira, 16 de janeiro de 2018

ONDE DEUS ESTÁ?

Paulo Bernardo
Prof. Lin

OS NÚMEROS
RESPONDEM:
ONDE DEUS ESTÁ?


Busque o autoconhecimento, e conhecerá Deus!
Sinta essa verdade neste livro, com as 9 Chaves do Pai Nosso, e
veja como Você é feliz e não sabia

3ª Edição Reformulada

PÚBLICO ALVO:
·                    Buscadores do autoconhecimento
·                    Buscadores de Autoajuda
·                    Estudantes
·                    Professores
·                    Pessoas de fé
·                    Psicólogos
·                    Militares
·                    Pai ou mãe de filhos alienados, em busca de orientação.
·                    Os que têm uma religião e praticam
·                    Os que têm uma religião e não praticam
·                    Os que não têm religião
·                    Os que dizem que acreditam numa força superior
·                    Estudantes de teologia
·                    Estudantes de medicina
·                    Estudantes de direito
·                    Estudantes de jornalismo
·                    Administradores de empresa
·                    Empresários
·                    Pessoas com problemas de saúde
·                    Pessoas com problemas financeiros
·                    Pessoas em crise existencial
·                    Buscadores de conhecimento
·                    Pessoas que conseguem sentir que leitura é vida, ler é viver, conhecimento é poder.

NAS LIVRARIAS:
·                    Não só na seção de autoconhecimento, autoajuda e paradidáticos.
·                    A obra poderá ficar em cada seção das livrarias.

PAULO BERNARDO PROF LIN
“Os Números Confirmam: Deus Está Dentro de Você!”
Fones: (31)3496-6144 / 99621-2511 /  3226-6024 / 99212-6818


  •  O PRIMEIRO CAPÍTULO revela a importância da Matemática Sagrada ou Numerologia na vida do ser humano. Principalmente quando se trata de buscar o autoconhecimento para perceber o próprio Caminho, a Verdade e a Vida.
  • O SEGUNDO CAPÍTULO começa com abordagem científica do Pai Nosso, como Código Sagrado ou Código de Conduta para toda Humanidade seguir.
  • O TERCEIRO apresenta Jesus, não como psicólogo, mas como matemático e numerólogo, e como o único Iluminado que era Luminoso.
  • O QUARTO começa mostrando o Pai Nosso científico, através das suas 9 Chaves Secretas,  a seguir:
  • Chave 1 (10) –Ao dizer “Pai Nosso que estais nos Céus,” - lembrar-se de fazer tudo se baseando em Deus e seguir tranquilo, sossegado, cheio de confiança. (É a fé como reconhecimento prático e sincero da nossa dependência de Deus)!
  • Chave 2 (11) – Ao dizer “santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino”, - pensar no poder concedido por Deus ao nome, à palavra e a cada letra do alfabeto, e lembrar-se de evitar toda palavra destrutiva ou negativa que possa sair da sua boca; lembrando-se também de irradiar a todo instante o amor sem fronteira, a justiça e a paz; a saúde, o sucesso e a união; a esperança, o entusiasmo e a gratidão; a sorte, a riqueza e a felicidade; o casamento, a beleza, a fertilidade.
  • Chave 3 – Ao dizer “Seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu;” - lembrar-se: Tudo que você pensa, fala, escreve, escuta, lê ou vê, você cria; tudo que você sente você atrai; tudo que você imagina se realiza; tudo que você acredita acontece; e que a sua felicidade está onde você estiver. (É quando brota o que Você plantou na Chave 1).
  • Chave 4 (13) (22) –Ao dizer “O pão nosso de cada dia nos dai hoje...;”- lembrar-se de viver para trabalhar e não trabalhar para viver. Isso é que é ser útil ao próximo e à sociedade.
  • Chave 5 – Ao dizer “Perdoai-nos as nossas ofensas”, - lembrar-se de usar tratamento respeitoso para com todos e com tudo; de não ultrapassar os limites da liberdade, e que a chamada crítica construtiva não existe.
  • Chave 6 – (33) – Ao dizer “... assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido;” - lembrar-se de respeitar e amar a si próprio e as pessoas, do jeito que elas são.
  • Chave 7 – Ao dizer “...e não nos deixeis cair em tentação,” -lembrar-se de alimentar o espírito e a alma com a busca do conhecimento, autodisciplina e orações diárias, do mesmo modo que tem a necessidade do pão nosso de cada dia para alimentar-lhe o corpo. E que as igrejas são como restaurantes e escolas, onde cada um pode encontrar seu alimento espiritual!
  • Chave 8 – Ao dizer “Mas livrai-nos do mal.” - lembrar-se de que tudo que acontece favorece, “se não se aborrece e se agradece” (não deve se aborrecer com fatos negativos e deve agradecer o que ocorrer, lembrando-se, também, de que tudo é obra Divina).
  • Chave 9 – Ao dizer “Amém.”- lembrar-se da fé como atitude de ser ou possuir desde agora aquilo que se espera ou deseja.
  • Até aqui apresentamos as nove chaves do segredo, que serão largamente estudadas nesta obra, a partir de agora. Mas é preciso também conhecer as chaves de mais quatro tesouros.
  • NO 5º CAPÍTULO, em duas sessões, como proposta de contribuição mínima e essencial para mudar a sociedade, o autor, de posse de todas as experiências vividas, e conhecendo as outras publicações similares, resolveu olhar o mundo e seus graves problemas sob outra ótica. Pela numerologia e ciências afins realizou este capítulo, visando dar à sociedade novos rumos e papel, que, com fundamento na face oculta do Pai Nosso, e suas 9 Chaves, espera se destacar das demais obras.
  • NA PRIMEIRA SEÇÃO, os valores da liberdade, da igualdade e da fraternidade, conteúdo da Justiça Social, o autor procura resolver a tensão entre a liberdade e a igualdade no meio social. Para tanto, ele propõe, como processo de realização, a igualdade de oportunidades, isto é, uma igualdade que permite a competição justa, preservando o espaço da liberdade, o que tira do governo a exclusividade do compromisso. Assim, a responsabilidade da tarefa é partilhada com cada um, com grupos, organizações, categorias e classes sociais, subordinados ao princípio básico que é o Bem Comum.
  • NA SEGUNDA SEÇÃO o autor apresenta uma proposta ideal de mudança, que, como solução ousada, antes de se aprofundar no tema, faz lembrar o grande sábio da China, Confúcio, reconhecido e restaurado pelo novo governo chinês, que dizia: A harmonia no mundo depende da retificação dos nomes e das palavras.
  • Veja, por exemplo, o que inteligentemente já se adota: Ao se dizer cego, retifica-se para deficiente visual; ao se dizer aleijado, retifica-se para deficiente físico; hoje, ao se falar de qualquer deficiência, retifica-se para portador de necessidades especiais.
  • Esse cuidado com as palavras e conceitos está de acordo, também, com uma exortação do apóstolo Paulo, formador de externalidades positivas, dirigida à comunidade dos Efésios: “De vossa boca não saia nenhuma palavra maliciosa, mas somente palavras boas, capazes de edificar e de fazer bem aos ouvintes”. Essa recomendação, feita pelo mais importante dos apóstolos, nasce da sua consideração a respeito da linguagem, como determinante na degradação tanto quanto na recuperação de condutas e procedimentos nas relações humanas.
  • QUEM DEVE SER CONVOCADO PARA AJUDAR NESSA GIGANTESCA TAREFA DE MUDANÇA?  Resposta: O Poder Sagrado da Mídia. A proposta de mudança da sociedade tem, como base, o reconhecimento da não existência do mal.
  • Para concluir, o fundamento deste capítulo é a percepção e crença de que O MAL NÃO EXISTE, nem poderia existir por si só. Que o mal não é nada mais, nada menos que a ausência de Deus. Se Deus criou tudo que é bom, como iria criar o mal?
  • O mal é uma palavra, uma expressão criada pelo homem que, desde Adão e Eva, é empregada para descrever essa ausência de Deus.
  • Como palavra tem poder, poder concedido por Deus, o termo “mal” só passa a existir na medida em que todos acreditam nele, conforme seus pensamentos, suas crenças.
  • Portanto, a existência do mal é uma crença resultante de uma ilusão da nossa mente, embasada na palavra e fomentada pela teologia do medo.
  • Essa teologia justificava-se diante da dificuldade de eliminar as necessidades intelectivas e espirituais, de religiosos ou não, e do risco de banalizar a Divindade. Hoje, diante dos recursos intelectivos atuantes, pode-se, perfeitamente, aprovar a teologia do Amor.
  • Assim, podemos afirmar que existe apenas um poder, Deus. Não existe essa de poder do bem e poder do mal. Você acredita no Bem? Ele existe para você. Você não acredita no mal? Ele não existe para você.
  • A bem da verdade, o mal existe, sim, na falta do reconhecimento da presença de Deus internalizado em cada ser humano.
  • O que é culturalmente conhecido como mal não é punição Divina, não é castigo. Pois o que existe no lugar do mal em que acreditamos é o resultado de cair em tentação (negatividades), como aviso de Deus, para nos lembrar de que cometemos um erro. Erro esse que pode ter sido em pensamento, palavra, sentimento, ação ou omissão ou, ainda, erros herdados de ancestrais.
  • Essa nova maneira de encarar a vida já faz parte de algumas comunidades culturais do Japão, Coréia do Sul, China, Índia, Brasil e de outros países. Esse mal, existente como fruto da crença de todos, é consequência da manifestação do inimigo interno (pecado), o resultado de cair em tentação (pecado), é a lei do retorno, causa e efeito, é mishirassê na Instituição Perfect Liberty de Sabedoria Oriental.
  • Ninguém é assaltado (mal) ou agredido (mal) por acaso. Ninguém fica doente (mal) ou sofre acidente (mal) ou tem dificuldades financeiras (mal) por força do acaso.
  • Seja qual for o sofrimento (mal) físico, moral ou espiritual, sempre haverá uma causa mental ou espiritual.
  • Por exemplo, se você é agredido (mal) verbal ou fisicamente, é por que existe, mental ou espiritualmente, um motivo, ou vários motivos, para ser agredido (mal). Motivos esses que são provocados pelo desconhecimento de que A ARTE DA VIDA É DE DAR E RECEBER. Se der crítica, receberá crítica, se der ódio, receberá ódio, se der amor, receberá amor.
  • E essa arte tem três regras: a primeira é o Amor, a segunda é a Fé, a terceira é a Não resistência ao mal (não querer revidar).
  • Se você estiver absolutamente consciente de que o mal não existe, que é uma ilusão da nossa mente, não se deixará vencer pela agressão ou ofensa. Você não ficará com raiva do agressor. E vencerá o mal com o bem: com gestos de boa vontade, palavras de bênção e crença num ÚNICO poder, Deus.
  • Pois o ato de maldade contra você foi cometido, por um lado, pelo fato de o agente da ofensa ou agressão ser um alienado negativo ou destrutivo, de não saber o que é dignidade, de não reconhecer a Divindade em si mesmo e não reconhecê-LA no outro ou em você. Por saber apenas o que é gostar. E não saber o que é amar.
  • Por outro lado, pela lei do retorno, o ato de maldade foi cometido contra você, por você não ter também reconhecido Deus em si próprio, não ter tido o necessário autorrespeito e ter errado, algum tempo antes do fato, por palavras, pensamentos, sentimentos, ações ou omissões.
  • Assim, na mesma ocasião do ato ofensivo, é importante que se conclua: Algum hábito mal formado que adquiri atraiu esta ofensa ou agressão. Qual será esse hábito que devo corrigir? Que atitude espiritual devo renovar? Que novo hábito devo formar?

Público alvo:
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Nas livrarias:
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